Perigo nos rios – Barcos superlotados são uma constante ameaça à vida

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Carro misturado com passageiros

E não é de agora que a navegação fluvial amazonense é uma vergonha universal. Não, já faz muito tempo que navios afundaram em nossos rios matando gente. Matando gente que vota, paga impostos, produz, é útil e que não deveria morrer irresponsavelmente

Você que se aventura a viajar nos barcos que cruzam os rios do Amazonas certamente deve dizer que isto aqui é “terra de muro baixo”.

Mas só dizer isto é pouco, pois quando a coisa se trata de ameaça irresponsável às vidas humanas por parte dos podres poderes públicos, o assunto passa a ser pura e simplesmente descaramento, incompetência, corrupção, mentiras e prostituição política criminosos. Mesmo!

E a indignação é mais que válida e plenamente justificada quando referente aos SAFADOS que regem setores vitais da vida pública e ainda mais, quando se refere à defesa dos interesses prioritários da parte mais carente da população amazônida, os ribeirinhos.

Esses pobres diabos residentes no vasto Interior do Estado do Amazonas os quais, por viverem em seus respectivos rincões em total estado de abandono pelos safardanas metidos a donos do poder nesta terra onde vergonha é coisa inexistente entre os patifes do andar de cima.

E não é de agora que a navegação fluvial amazonense é uma vergonha universal. Não, já faz muito tempo que navios afundaram em nossos rios matando gente. Matando gente que vota, paga impostos, produz, é útil e que não deveria morrer irresponsavelmente porque é essa gente que toca o nosso Estado.

Ao contrário dos parasitas patifes encastelados nos podres poderes locais os quais, infelizmente não morrem porque não vivenciam o que o povo que sustenta a vagabundagem deles vivencia.

Basta alguém ir ao cais flutuante do velho Roadway e a indecência das nossas omissas autoridades fajutas está escancarada.

As gaiolas apelidadas de “barcos de recreio” que largam do Porto de Manaus saem dali superlotados, com cargas de todos os tipos (carros, motos, galinhas e outros animais, além de frutas, sacos, caixas, etc.) misturadas aos passageiros.

Estes vão espremidos em redes apertadas umas nas outras, como se cada embarcação fosse um grande bordel flutuante onde todo mundo seja obrigado a participar de uma imensa suruba de sexo grupal.

E o mais engraçado é que antes das largadas, muitas vezes são vistos pretensos fiscais da própria Marinha do Brasil os quais, fantasiados de marinheiros, sobem ás embarcações e mesmo que essas não apresentem nenhuma condição de navegabilidade, mesmo assim as liberam.

Daí pra frente durante a viagem, os piratas comandantes dessas embarcações as enchem mais ainda em cada localidade que passam e as viagens prosseguem superlotadas, botando gente pelo ladrão, no mais desvairado desrespeito para com a vida humana.

O pior porém ocorre durante essas viagens com essas espeluncas flutuantes quando as bebedeiras e as danças frenéticas rolam dia e noite, com passageiros se embebedando juntamente com membros das tripulações e durante essas bacanais ocorrem brigas, tiroteios e quedas de passageiros dentro d’água.

Depois de denunciarmos esses fatos, a única pergunta que fazemos é: Onde estão os palhaços da segurança e ministério públicos, além dos membros da justiça e casas legislativas, mais todos aqueles mafiosos dos órgãos dos executivos, que pagamos pra tomar conta da gente, das nossas vidas e que por serem meramente bandidos, não o fazem?

 

Por Anhangüera da equipe do Blog

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