Agricultor é sequestrado e morto com sete tiros em Manacapuru

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O tiro de misericórdia foi na cabeça

Dioney foi sequestrado por 04 homens que exigiam da família de Dioney, R$ 20 mil reais para devolvê-lo. Durante as negociações os bandidos aceitaram receber R$ 7 mil reais que foi pagou pela família

O agricultor Dioney dos Santos Oliveira 28, foi executado com sete tiros. Um deles – o tiro de misericórdia – foi dado na cabeça. O crime ocorreu em Manacapuru por volta das 18h30 de quinta-feira,05, no ramal do Calado localizado no km 01 da rodovia Manoel Urbano.

Dioney foi encontrado com os pés e mãos amarradas e os olhos vendados com fita crepe. A polícia prendeu Alexandro de Andrade Bragança 21, uma hora após o crime como um dos suspeitos de executar Dioney.

Segundo o delegado Antonio Rodrigues da Silva, a vítima teria sido executada antes de a família pagar o resgate de R$ 7 mil reais.

Dioney foi sequestrado por 04 homens que exigiam da família de Dioney, R$ 20 mil reais para devolvê-lo. Durante as negociações os bandidos aceitaram receber R$ 7 mil reais que foi pagou pela família.

O dinheiro foi entregue por uma Irmã da vítima, que no momento que entregou o dinheiro anotou a placa da moto que era conduzida por Alexandro.

Outra prova que ajudou a prender o acusado foi o nome de uma panificadora onde Alexandro comprou o material e que ele foi filmado pelo circuito interno da panificadora.

Familiares da vítima dizem que Dioney não tinha passagem pela polícia. Segundo o delegado Antonio Rodrigues da Silva, disse que a polícia ainda não sabe o motivo do crime, mas disse que outros envolvidos estão sendo investigados, como se tratar de pessoas conhecidas do município o nomes dos suspeitos não foram revelados.

Alexandro que é filho de um policial militar foi preso em flagrante por crime de extorsão seguida de morte e foi removido para o presídio do Município e será vigiado, pois corre risco de morrer por falar quem são seus parceiros.

 

1 COMENTÁRIO

  1. Pois é, será que este filho de puta vai ficar preso sendo filhinho de policial no Amazonas. Na minha terra ele se chamaria defunto.

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